São só humanos. Humanos são tolos, você sabe isso, você pensa isso, mas por um tipo de tabu lançado, você não fala isso. Quer dizer... Você não sai por ai gritando o quanto humanos são idiotas, claro que não. Grite o quanto você é idiota, mas nunca fale pelos outros. (Eu faço isso e adivinhem só..me fodo). Certeza que esse é o pior texto que já fiz na vida.. só pra não ficar muito tempo sem postar mesmo. Ainda me resta um pingo de esperança de um dia postar algo realmente decente pra quem lê isso. De verdade.
domingo, 24 de julho de 2011
Buscando respostas
Ultimamente eu venho sentido raiva, porque fico me deparando com esses quadrinhos em branco, que uma vez imploravam pra mim escrever neles, e hoje não me dizem bosta nenhuma. Não é que a inspiração não vem, mas eu bloqueio ela, porque só percebo exatamente o que estou sentindo depois de ler meus textos (normalmente já postados, com um monte de gente me pedindo pra quem era tal coisa.. não, isso não me incomoda, gente). E juro que nunca senti tanto medo de saber o que eu honestamente venho pensando. Estou tendo uns sonhos estranhos, mas pelo menos estou dormindo. Venho pensando em gente que a um tempo não pensava... Não quero que as coisas voltem a ser como antes. Não que agora elas estejam melhores, mas eu me sinto mais segura, de alguma forma. Com o tempo, estou descobrindo forma de desviar problemas que eu sei que não posso enfrentar sozinha. A unica pessoa que pode me ajudar nem sequer notou como está tudo agora. Como eu estou agora. Mas se o tempo é a resposta para tudo (resposta, e não solução) acho que não me resta muita coisa além de sentar e esperar. Que venha a chuva, o sol, o que for. Daqui ninguém me tira. Eu posso ser fraca, bem fraca, mas eu sou persistente. E sei que tem gente do meu lado. Por hora, pode ser, mas pelo menos tem. E sei que não devemos confiar tanto assim nas pessoas.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Bem vindo ao subsolo
Não vai funcionar. Talvez nunca de certo, mas olhando ao redor eu vejo que não tenho nada a perder.
Não preciso mais sentir medo, porque já aconteceu de tudo. Não preciso mais ter duvidas, pois possuo a certeza de que tudo acabou. Ou quase. Ainda não é o fim, e eu espero pacientemente ele chegar. Sinto uma queimadura estranha nas minhas veias. Veja só o que eu fiz comigo mesma. O que venho fazendo a algumas semanas.
Sinto uma certa dor no estomago. Na garganta.
O céu está bonito hoje. Mas, oh, imagine só. Não posso sair para senti-lo. Tenho que ficar aqui, me contentando com a visão embaçada da minha janela.
Cicatrizes. Por fora, por dentro. Em todos os lugares. Você já se sentiu assim? Me diga como superou. Se chegou a superar. Ou se abandonou a luta.
Fazendo mal para mim. Os outros fazendo mal para mim. Eu fazendo mal a mim mesma.
domingo, 17 de julho de 2011
Eu vs. Sociedade
Acho que estou virando um ser insociável. Acho que posso viver dentro do meu casulo para sempre. Nada do mundo lá fora. Faz dias que não saio, e só vou fazer isso em casos extremos. Se a sociedade não me quer, por que diabos eu vou querer a sociedade? Lá fora tudo é tão feio. As pessoas mentem, enganam. Aqui sou enganada por mim mesma e ninguém mais. A única mentira que escuto é quando digo que está tudo bem. Não tenho que explicar para ninguém porque passo noites em claro tomando café e escrevendo. Ou por que venho escrevendo em quase todas as partes do meu corpo. Ou o que venho escrevendo.
Eu não devo satisfação a ninguém. Porque dentro de mim não há ninguém para fazer essas perguntas. Ninguém que vá dizer que estou péssima. Que preciso escovar meu cabelo, e não simplesmente deixá-lo secar e pronto. Que tem manchas de café nas minhas calças. Que minhas olheiras atingiram uma coloração possivelmente nunca vista antes. Foda-se tudo isso. Ninguém vai ver.
Estou de férias. Não tenho absolutamente nada para fazer, e nem uma reclamação, para que fique claro. Pouco me importa se está chovendo ou dando sol. Se está zero ou quarenta graus. Não tenho planos para serem desmanchados pelo clima. Acho que estou criando um grau que cresce espantosamente rápido, de Autismo. Ou vai ver eu tenho medo das pessoas porque maior parte delas só me machucou. Ou vai ver eu não ligo para isso e se todo mundo morrer não vou notar.
Cheguei ao ponto de chamar o Word de melhor amigo. Ele sabe de tudo. Sempre foi assim, mas achava vergonhoso demais para admitir.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Escrevendo com a alma
Lágrimas quentes. Coração frio. Eu não quero acreditar. Tudo que eu sou está em um único lugar, e agora eu não pertenço mais a ele. Você não pode passar por cima de mim, já estou enterrada.
O sol vai continuar iluminando, as estrelas continuarão a aparecer de noite. Mas e eu? O que eu vou ser? Quando as lagrimas vão acabar? Alguém por favor me diga quando a dor vai passar. Porque eu não sei quanto tempo ainda vou conseguir. Sou jovem. Fraca. Insegura. Não consigo ir em frente sozinha. Não dessa vez. Me digam quando vou voltar a ter apetite. Quando vou ter fé de novo. Quando vou levantar.
Eu estou sozinha agora e ninguém ouve meus gritos. Eu quero voltar no tempo. É mentira. O silencio está aqui, as lagrimas. . Meu coração esta batendo mais devagar, ou é só uma impressão? Quantas pessoas realmente ligam pro que está acontecendo? Não venham dizer que não passamos as dificuldades sozinhos. Nascemos e morremos sozinhos. Independente de quantas pessoas estejam ao redor.
O sabor azedo de uma lagrima entrando em meus lábios. Mãos tremulas. Nariz vermelho. Descabelada. É assim que eu estou agora. E alem de tudo, escrevendo para o nada. Que não vai dar em nada. Por favor, destino. Me tire logo daqui.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Ele
Nascer, viver, amar e morrer. Mas e se morrermos antes de amar? E se morrermos de amor? Não quero pensar nele. E com 'ele' eu falo do futuro. Se em algum momento ele já me pertenceu, jamais será assim outra vez.
Talvez eu esteja prestes a enlouquecer. Quero viver. Quero viver.
Pare de ficar assim tão próximo de mim, mas que diabos! não pare! Minha alma suplica que não, minha mente suplica que sim. O bom senso me toma e te quero bem longe. O coração derrete e quero sentir teu gosto mais uma vez.
Lamente o que não somos, mas poderíamos ser. Lamente por mim também, porque já estou cansada de quem sou. Não vou desistir, mas sei como é errado o que faço. Você me pertence de mente e corpo, mas sabemos que não para por ai.
Ninguém vai entender.
Ninguém nunca vai saber.
Talvez eu esteja prestes a enlouquecer. Quero viver. Quero viver.
Pare de ficar assim tão próximo de mim, mas que diabos! não pare! Minha alma suplica que não, minha mente suplica que sim. O bom senso me toma e te quero bem longe. O coração derrete e quero sentir teu gosto mais uma vez.
Lamente o que não somos, mas poderíamos ser. Lamente por mim também, porque já estou cansada de quem sou. Não vou desistir, mas sei como é errado o que faço. Você me pertence de mente e corpo, mas sabemos que não para por ai.
Ninguém vai entender.
Ninguém nunca vai saber.
domingo, 10 de julho de 2011
Meu dia parece um campo minado
Absurdamente leviana. Quero ser tantas coisas ao mesmo tempo, que logo torno-me um nada. Tenho sonhos secretos, tenho amores escondidos. 24hrs do meu dia me sinto mais pesada do que qualquer coisa. É a culpa. Que faz a gente chorar freneticamente e que nos faz engolir em seco.
Me sinto distante de pessoas que convido todos os dias.
Me sinto próxima de pessoas que raramente vejo.
Sou tão esquisita. Tão esquecida. Tão sem saída.
Dias como hoje não me fazem bem, mas eles vem aparecendo muito ultimamente. Mais do que nunca. Tenho tantas fraquezas, que frequentemente me pergunto se existe algum ponto forte dentro de mim. Perguntas que não queremos ouvir a resposta.
Quero ir embora. Quero descansar de tudo isso. Quero, principalmente, ser feliz. E existem coisas que só sabemos o resultado depois que tentamos.
Me sinto distante de pessoas que convido todos os dias.
Me sinto próxima de pessoas que raramente vejo.
Sou tão esquisita. Tão esquecida. Tão sem saída.
Dias como hoje não me fazem bem, mas eles vem aparecendo muito ultimamente. Mais do que nunca. Tenho tantas fraquezas, que frequentemente me pergunto se existe algum ponto forte dentro de mim. Perguntas que não queremos ouvir a resposta.
Quero ir embora. Quero descansar de tudo isso. Quero, principalmente, ser feliz. E existem coisas que só sabemos o resultado depois que tentamos.
Parquinho para brincar
Já não somos mais crianças, mas você insiste em ser tão infantil. Não me leve com você, eu sei que posso ser melhor do que isso. Talvez eu faça você mudar. Ou talvez a vida faça. Só sei que não quero te ver sangrar, por um erro tão comum e as vezes não tão prospero: O erro de amar.
Ainda te quero aqui.
Vamos logo nos beijar, a madrugada é a unica além de nós que está por aqui. Conte-me uma história para dormir. Somos tão certos quando estamos juntos.
Nada mais faz sentido para mim, nem meus textos fazem-me entender.
Ainda te quero aqui.
Vamos logo nos beijar, a madrugada é a unica além de nós que está por aqui. Conte-me uma história para dormir. Somos tão certos quando estamos juntos.
Nada mais faz sentido para mim, nem meus textos fazem-me entender.
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